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Retorno a exchanges favorece alta de 31% de token de crédito de carbono enquanto panorama desfavorece o Bitcoin

1 Sep, 20223 min readBitcoin
Retorno a exchanges favorece alta de 31% de token de crédito de carbono enquanto panorama desfavorece o Bitcoin

Setembro começa com um céu cinzento, sujeito a chuvas e trovoadas para o mercado de criptomoedas, que sentiu nos últimos dias os efeitos das notícias nada animadoras sobre o presente e, sobretudo, do futuro pra lá de pessimista em relação à economia global, que, em linhas gerais, encontra-se tomada pelo esfriamento de suas atividades, apesar da alta de preço das commodities e do petróleo, que ajudam a empurrar para cima a inflação e alimentar as duras políticas monetárias dos bancos centrais mundo afora, a exemplo do Federal Reserve (Fed), que já deixou claro a continuidade de novas altas na taxa de juros para conter a alta dos preços.

O impacto no mercado de criptomoedas pode ser sentido pela liquidação de posições de investidores institucionais de Bitcoin (BTC), que trocaram seus aportes da criptomoeda possivelmente por investimentos fora da esfera dos investimentos de risco. Movimento que contribuiu para a retração da capitalização de mercado, cujo montante era de US$ 973 bilhões, com baixa de 1,27%, na manhã desta quinta-feira (1º).

O momento também desfavorece o Bitcoin, que era trocado de mãos em torno de US$ 20 mil, com recuo diário de 1,6% e uma dominância de mercado de 39,2%. Mau humor que também era sentido no Ethereum (ETH), a maior alcoin por capitalização de mercado, cujo token era transacionado por US$ 1.559, em queda de 1,8% e 19,5% de participação de mercado.

O panorama se repetia na ampla maioria das altcoins. O BNB era trocado de mãos por 276 (-3,7%), o SOL valia 31,28 (-4%), o TRON estava precificado em 0,063 (-2,2%), o AVAX era trocado de mãos por 19,11 (-3,3%), o UNI equivalia a US$ 6,14 (-3,5%), o FTT estava cotado em US$ 26,64 (-3%), o ATOM apresentava um preço de US$ 12 (-0,5%), o LINK podia ser comprado por US$ 6,60 (-3,2%), o XLM estava avaliado em torno de 0,01 (-1,1%).

Entre as altas, o Balancer (BAL) era negociado por US$ 7,63 (+13,4%), o EOS era trocado de mãos por US$ 1,46 (+3,1%), o CEL valia US$ 1,19 (+4,7%), o Radicle (RAD) estava precificado em US$ 2,29 (+7,1%), o Verge (XVG) estava cotado em US$ 0,0033 (+7,3%), o REI podia ser adquirido por US$ 0,039 (+20%).

Entre os destaques estava o modesto CCT, um token de crédito de carbono criado na rede Algorand (ALGO) que se diz apoiado pela European Union Allowance (EUA), nome oficial das licenças de emissão de dióxido de carbono ou gás de efeito estufa equivalente ao carbono na Europa. O CCT era negociado por 0,30 e apresentava uma alta diária de 31%.

Gráfico diário do par CCT/USD. Fonte: CoinMarketCap

O projeto pode ser considerado pequeno, com capitalização de mercado de US$ 5,1 milhões, em alta de 30%, e US$ 101,4 mil de volume diário de negociações, em alta de 168%. O crescimento de transações do token coincide com a retomada do trading nas plataformas das exchanges de criptomoedas MEXC e BitMart, anunciado no último dia 29 pela página oficial do CCT no Twitter.

Dear CCT Community, we are happy to report some positive news: — Carbon Credit Token (@CCTokenHQ) August 29, 2022

Quem também se favoreceu com a listagem na MEXC e na BitMart foi uma criptomoeda de game blockchain que subiu 952% em um mês, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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