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São Paulo é uma das 10 cidades do mundo que mais demitiu funcionários do setor de criptomoedas, aponta Coingecko

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São Paulo é uma das 10 cidades do mundo que mais demitiu funcionários do setor de criptomoedas, aponta Coingecko

São Paulo foi uma das 10 cidades do mundo que mais demitiu funcionários ligados ao setor de criptomoedas segundo aponta um relatório do Coingecko. O estudo examinou as demissões de empresas de criptomoedas que foram divulgadas publicamente, entre 1º de janeiro de 2022 a 1º de novembro de 2022.

O Coingecko usou dados do layoffs.fyi que foram usados como ponto de partida, com base no que havia sido rastreado pelo site em 27 de outubro de 2022. O conjunto de dados foi atualizado com novos relatórios de demissões e informações existentes publicamente disponíveis e tratado para melhor consistência entre os pontos de dados.

O número de funcionários demitidos foi agrupado por cidade, de acordo com o local que as empresas declararam oficialmente em seu site, perfil no LinkedIn ou anúncios públicos sobre sua sede ou sede.

Segundo o relatório, quase metade de todas as demissões de criptomoedas foram contabilizadas nas 3 principais cidades de São Francisco, Dubai e Nova York, com empresas sediadas lá representando 49,8% dos funcionários demitidos.

São Francisco liderou com o maior número de 1.142 funcionários demitidos de empresas de criptomoedas sediadas na cidade no acumulado do ano, representando 25,7% das demissões globais de criptomoedas.

De acordo com o estudo,isso pode ser atribuído à densidade de empresas de criptomoedas com sede em São Francisco, que tradicionalmente tem sido um centro de alta tecnologia ao lado do Vale do Silício.

Dubai ficou em segundo lugar em demissões de criptomoedas, com pouco mais da metade dos números de São Francisco. 609 funcionários foram demitidos de empresas de criptomoedas sediadas em Dubai no ano, representando 13,7% das demissões de criptomoedas em todo o mundo.

Nova York seguiu de perto atrás de Dubai, com o terceiro maior número de 463 funcionários demitidos de empresas de criptomoedas com sede em Nova York, representando 10,4% das demissões de criptomoedas globalmente.

Um terço das 15 principais cidades por demissões de criptomoedas estavam nos Estados Unidos (EUA), ou seja, São Francisco, Nova York, Jersey City, Hoboken e Las Vegas. No total, as demissões de empresas de criptomoedas sediadas nos EUA totalizaram 2.080, o que representou 46,7% das demissões do setor globalmente no acumulado do ano.

Demissões no setor de criptomoedas

A Austrália ocupou dois lugares entre as 15 principais cidades por demissões de criptomoedas, com Brisbane e Melbourne nas 14ª e 15ª posições, respectivamente. O número combinado de funcionários demitidos de empresas de criptomoedas com sede em Brisbane e Melbourne foi de 144 no acumulado do ano.

A maioria das demissões (92,8%) foi de empresas de criptomoedas sediadas nas 15 principais cidades deste estudo. Além das cidades dos EUA e da Austrália, as outras cidades estão nos Emirados Árabes Unidos (EAU), Cingapura, Áustria, Brasil, Reino Unido (Reino Unido), Seychelles, México e Argentina.

No continente asiático, além dos Emirados Árabes Unidos, que foi representado por sua maior cidade, Dubai, a cidade-estado de Cingapura ficou em 4º lugar. O número de funcionários demitidos de empresas de criptomoedas sediadas em Cingapura foi de 368, representando 8,3% das demissões da indústria em todo o mundo no acumulado do ano.

As capitais da Áustria, Reino Unido, México e Argentina também estavam entre as 15 principais cidades por demissões em criptomoedas. Viena ficou em 5º lugar, seguida por Londres em 8º, Cidade do México em 11º e Buenos Aires em 12º. A cidade mais populosa do Brasil, São Paulo, ficou em 7º, enquanto Mahe, das Seychelles, ficou em 10º.

"Embora não seja surpreendente que as cidades dos EUA tenham ocupado mais lugares entre as 15 principais cidades por demissões de criptomoedas, vale ressaltar que houve uma diversidade de cidades representadas. A diversidade sugere um rápido desenvolvimento e crescimento do setor de criptomoedas além do Ocidente durante o mercado em alta de 2020 e 2021. À medida que a economia desacelera, os gastos discricionários são cortados e as empresas acabam ajustando seu número de funcionários", destaca o Coingecko.

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