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Hacker da FTX despeja 50.000 ETH, mas ainda entre os 40 principais detentores de Ether

53 min ago4 min readEthereum
Hacker da FTX despeja 50.000 ETH, mas ainda entre os 40 principais detentores de Ether

O hacker por trás da falida exchange de criptomoedas FTX começou a transferir suas participações em Ether (ETH) para um novo endereço de carteira em 20 de novembro.

O hacker da FTX drenou quase US$ 447 milhões de várias carteiras das exchanges FTX global e FTX.US poucas horas depois que a exchange entrou com pedido de falência de Capítulo 11 em 11 de novembro. A maioria dos fundos roubados estava em ETH, tornando o explorador a 27ª maior baleia de ETH.

Em 20 de novembro, a cateira 1 do hacker da FTX transferiu 50.000 ETH para um novo endereço, 0x866E. Através do novo endereço, trocou o ETH por renBTC (versão ERC-20 do BTC) e fez a ponte para duas carteiras na blockchain do Bitcoin. Uma das carteiras bc1qvd…gpedg detinha 1.070 renBTC, enquanto outra carteira bc1qa…n0702 detinha 2.444 renBTC.

#CertiKSkynetAlertFTX Wallet Drainer is now the 37th largest holder of ETHDropped 10 places after transferring 50,000 ETH to 0x866E this morningWe’re also continuing to see ETH swapped for renBTC in 0x866EWallet currently holds ~1127 renBTC and ~19k ETH — CertiK Alert (@CertiKAlert) November 20, 2022

#CertiKSkynetAlert

Hacker da FTX é agora o 37º maior detentor de ETH

Caiu 10 lugares depois de transferir 50.000 ETH para 0x866E esta manhã

Também continuamos vendo ETH trocado por renBTC em 0x866E

Carteira atualmente detém ~ 1127 renBTC e ~ 19k ETH

— CertiK Alert (@CertiKAlert)

A firma de análise de redes blockchain CertiK posteriormente rastreou o renBTC em ponte no endereço bc1qvd…gpedg e descobriu que o endereço empregava uma técnica de lavagem de dinheiro chamada peel chain para lavar o renBTC.

Peel chain é uma técnica para lavar grandes quantidades de criptomoedas por meio de uma longa série de transações menores. Uma pequena porção é ‘descascada’ do endereço do sujeito em uma transferência de baixo valor. Esses fundos incrementais lavados são frequentemente transferidos para exchanges onde podem ser convertidos em moeda fiduciária ou outros criptoativos.

Na época do hack da FTX, havia duas partes envolvidas, um explorador malicioso que conseguiu drenar US$ 447 milhões, e um hacker white hat que conseguiu mover US$ 186 milhões em ativos da FTX para armazenamento a frio. No entanto, quando a Comissão de Valores Mobiliários das Bahamas divulgou um informe sugerindo que eles estão tentando mover ativos da FTX, muitos alegaaram que o regulador de valores mobiliários era, de fato, o agente malicioso por trás da exploração.

Did you see this? Bahamian SEC claims to have (tried to?) "transfer all digital assets" to a digital wallet that they, not FTX, controls. If FTX is the white hat, then isn't the Bahamian govt the black hat?— zkSTONKs (@zkSTONKs) November 20, 2022

Você viu isso? A SEC das Bahamas afirma ter (tentou?) "transferido todos os ativos digitais" para uma carteira digital que eles, e não a FTX, controlam. Se a FTX é o white hat, o governo das Bahamas não é o explorador?

— zkSTONKs (@zkSTONKs)

O analista on-chain ZachXBT destacou o padrão de transferências de tokens da carteira do explorador e disse que a carteira estava despejando tokens no mercado e fazendo pontes esporadicamente em um comportamento muito diferente dos outros endereços que realizaram saques da FTX. Estes últimos, enviaram os fundos para endereços multisig em cadeias como Ethereum ou Tron.

Olhando para o movimento de fundos e as técnicas envolvidas na transferência desses fundos, é improvável que o FTX wallet 1 esteja sob o controle do governo das Bahamas com base na atividade on-chain de hoje. A atividade do BTC é consistente com uma cadeia de descascamento, uma forma de lavagem de dinheiro que seria altamente incomum para uma agência governamental estar envolvida.

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