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Fórum Econômico Mundial tenta esconder passado com a FTX

4 d ago3 min readOther
Fórum Econômico Mundial tenta esconder passado com a FTX

Logo após a falência da FTX, muitas empresas que possuíam parcerias com tal corretora optaram por desvincular seus nomes com a mesma de imediato. A equipe da FURIA foi uma delas, a Mercedes foi outra, mas a lista não para de crescer.

O maior destaque fica para o Fórum Econômico Mundial (WEF, em inglês). Até o último domingo (13), a FTX estava listada no site como um “parceiro” da organização que se diz alvo de teorias da conspiração, mas tal página foi excluída nesta segunda-feira (14).

Entretanto, versões salvas apontam a existência de uma ligação entre a FTX e o WEF, mesmo que a organização queira apagar isso sua história.

Segundo fontes do New York Post, a FTX foi parar ali graças a doações de Sam Bankman-Fried, fundador e ex-CEO da corretora, que além de dar um calote bilionário em seus clientes, também abalou a confiança de toda indústria.

“O Fórum Econômico Mundial sobrevive de doações de organizações e empresas externas que estão normalmente alinhadas com sua missão e política”, disse um informante do WEF ao NY Post.

Fórum Econômico Mundial não é o único ligado à FTX

Enquanto isso, Sam Bankman-Fried foi o segundo maior doador para os democratas, e planejava doar ainda mais caso sua empresa não tivesse quebrado devido às práticas sujas do então bilionário de apenas 30 anos.

Outros apontam que a FTX estaria sendo usada para lavagem de dinheiro, envolvendo democratas americanos e a Ucrânia. Em troca, SBF conseguiria monopólio dentro dos EUA, esmagando seus concorrentes.

Já na outra ponta, dos que investiram dinheiro na FTX estão nomes famosos, tanto de indivíduos quanto de empresas. Gisele Bündchen, Stephen Curry, Tom Brady, Sequoia Capital, VanEck, SoftBank, BlackRock e tantos outros, tão lesados quanto os clientes que não conseguiram sacar suas criptomoedas.

Enfim, todos acreditaram nas mentiras de SBF, que em um de seus eventos, realizado em abril deste ano, conseguiu reunir Tony Blair, ex-primeiro ministro do Reino Unido, e Bill Clinton, ex-presidente dos EUA.

Agora todos parecem querer apagar seus vínculos com o fundador da FTX enquanto o mesmo publica mensagens enigmáticas, afirmando que está com problemas de memória, em suas redes sociais.

Por fim, a quebra da FTX pode ter sido uma benção, ainda que esteja fazendo o mercado sangrar. Afinal, é difícil imaginar que tamanho ela poderia chegar com tanto envolvimento político e social e quais novas ameaças isso traria para a indústria.

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