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Bitcoin anda de lado mas mercado cripto cai abaixo de US$ 1 tri; segundo FMI, cresce a correlação com bolsas asiáticas

24 Aug, 20223 min readBitcoin
Bitcoin anda de lado mas mercado cripto cai abaixo de US$ 1 tri; segundo FMI, cresce a correlação com bolsas asiáticas

O Bitcoin (BTC) anda de lado desde que conseguiu defender a região de US$ 20 mil e segue sendo negociada na faixa dos US$ 21 mil na manhã desta quarta-feira (24). Às 7h, a criptomoeda operava próximo da estabilidade nas últimas 24 horas, a US$ 21.339.

Nos últimos sete dias, no entanto, a moeda digital cede cerca de 10% em meio a liquidações no mercado cripto como um todo, o que reduz a capitalização dos ativos digitais mais uma vez abaixo de US$ 1 trilhão.

O movimento lateral, também visto na maioria das demais criptos, ocorre enquanto investidores se mantêm à espera de pronunciamentos do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, na sexta-feira (26), sobre os próximos passos da política monetária do banco central americano.

O Ethereum (ETH) é uma das poucas exceções entre as criptos com maior valor de mercado, negociado em leve alta de 1,4% hoje, para US$ 1.637. Por outro lado, segue acumulando perdas na ordem de 12% na última semana.

A indústria cripto permanece cautelosa. “Estamos em um ciclo de baixa, mas não é incomum para nós”, disse Armstrong. “Ele coincide com a queda do ambiente macro mais amplo. Todos nós esperamos que dure de 12 a 18 meses e então venha boa recuperação. Mas é preciso planejar que seja mais longo que isso”, afirmou o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, à rede americana CNBC.

Segundo um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), não há consenso entre analistas sobre o nível de correção entre criptomoedas e o mercado de ações. Enquanto alguns apontam que a correlação é cada vez menor entre ativos digitais e produtos financeiros mais tradicionais, outros acreditam que os dois continuam se movimentando juntos, principalmente quando se trata de ações de tecnologia.

Para o FMI, o segundo grupo pode ter mais razão, ao menos se forem considerados os números relativos às bolsas asiáticas. Segundo a entidade, houve um aumento acentuado na correlação dos mercados de ações asiáticos com BTC e ETH em termos de retornos e volatilidade – desde 2020, subiu três vezes.

Observando a crescente popularidade das criptomoedas na Ásia entre consumidores e investidores institucionais, o FMI disse que, embora “o setor financeiro pareça ter sido isolado desses movimentos bruscos, pode não estar [protegido] em futuros ciclos de expansão e recessão”.

“O contágio pode se espalhar por investidores individuais ou institucionais que podem deter ativos ou passivos financeiros tradicionais e de criptomoedas”, disse o FMI. “Grandes perdas em criptomoedas podem levar esses investidores a reequilibrar seus portfólios, possivelmente causando volatilidade no mercado financeiro ou até mesmo inadimplência em passivos tradicionais”.

Assista: Quais projetos cripto devem se beneficiar com atualização do Ethereum?

(Mais informações em breve)

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